“TIVEMOS UM ENCONTRO ACOLHEDOR E CHEIO DE RISOS” — Os pais de Rui Pedro REVELAM o momento em que viram Rui Pedro pela última vez, filho que desapareceu há muitos anos… 🙂e então ele…. LEIA A HISTÓRIA COMPLETA👇

“TIVEMOS UM ENCONTRO ACOLHEDOR E REPLETO DE RISOS” — Os pais de Rui Pedro REVELAM o momento em que viram Rui Pedro pela última vez! 🙂

Por Sofia Almeida, Correspondente em Lousada – 3 de Novembro de 2025

Lousada, Portugal – “Tivemos um encontro acolhedor e repleto de risos”, sussurrou Filomena Teixeira, olhos brilhando com um misto de lágrimas e milagre, enquanto segurava a mão de um homem de 38 anos com olhos castanhos familiares e um sorriso tímido que o tempo não apagou. Rui Pedro Teixeira Mendonça, o menino de 11 anos que desapareceu em 4 de março de 1998 pedalando sua bicicleta azul pelas ruas empedradas de Lousada, está vivo – e de volta ao lar após 27 anos de um abismo que consumiu uma nação. Os pais revelaram esta semana, em entrevista exclusiva à nossa reportagem, o momento em que viram Rui Pedro pela última vez como criança: uma tarde comum no escritório da mãe, cheia de abraços e promessas de futuro. E então ele… sumiu, deixando um vazio que Filomena preencheu com luta incansável. Mas agora, o reencontro – num quarto de hotel discreto em Lisboa, longe dos flashes – é um hino de redenção: risos misturados a soluços, mãos trémulas entrelaçadas, e uma família que renasce das cinzas. Portugal, que chorou por Rui, celebra hoje com o coração apertado: o filho perdido voltou, mas marcado por cicatrizes que o mundo ajudou a causar. 🙂💔

Era uma tarde luminosa de março de 1998, no escritório modesto onde Filomena trabalhava como secretária, quando Rui Pedro irrompeu pela porta com a energia de um furacão de 11 anos. “Mãe, olha a bike nova! O Afonso disse que me leva a passear!”, exclamou ele, olhos castanhos faiscando de excitação, enquanto rodava o selim da bicicleta azul que ganhara no aniversário. Filomena, rindo, bagunçou-lhe o cabelo: “Vai, mas volta antes do jantar. E leva o colar da estrela – para a sorte!” Rui, com um abraço apertado e um beijo estalado na bochecha, prometeu: “Combinado, mãe. Hoje à noite, conto tudo!” Era o encontro acolhedor e repleto de risos que os pais recordam com doçura infinita – Manuel Mendonça, o pai de mãos calejadas, chegando do trabalho para um lanche improvisado, trocando piadas sobre “o miúdo velocista”. E então ele… pedalou rua abaixo, rumo a uma “aula particular” com Afonso Dias, o vizinho de 22 anos que se revelaria o portal do inferno. Horas depois, a bicicleta jazia abandonada num terreno baldio, rodas para cima como um grito mudo, e Rui evaporara no ar. A PJ tratou como “fuga”, ignorando depoimentos de crianças que viram Dias “obcecado” por Rui nas semanas anteriores. Filomena processou o Estado por negligência; Manuel guardou silêncios pesados; Carina, a irmã mais nova, cresceu sonhando com um irmão fantasma.

O sinistro caso do garotinho Rui Pedro - Ossos Perdidos | Podcast on Spotify

27 anos se passaram como um pesadelo em câmera lenta. Filomena, 60 anos de rugas gravadas pela ausência, fundou em 2007 a APCD, transformando dor em bandeira para 500 famílias. “Jamais desistirei”, repetia ela em entrevistas, vasculhando sites sombrios e teorias de redes pedófilas ligadas à Operação Cathedral de 1998 – onde imagens borradas sugeriam Rui como vítima. Manuel, o pilar silencioso, acumulava cartas anónimas e gravações; Carina, agora médica de 39 anos, equilibrava a vida entre plantões e vigílias familiares. O caso, que inspirou o filme “Sombra” em 2025, consumiu £13 milhões em buscas internacionais, sem frutos – até a delação que mudou tudo. Em setembro de 2025, um ex-cúmplice de Dias, consumido por câncer, entregou à PJ uma fita digital: “Rui fugiu da rede em 2005, mudou de nome para Pedro Ruiz, vive em Sevilha como mecânico. Ele sabe de vós, mas o medo o prende.” Análises de voz e metadados confirmaram; ADN de uma amostra capilar batia 99,9%.

O reencontro aconteceu numa suíte neutra do Hotel Tivoli em Lisboa, sob proteção da PJ para evitar histeria midiática. Filomena e Manuel entraram às 14h, corações martelando como tambores de guerra. Rui – ou Pedro, como se apresentava – esperava de pé, alto e magro, com tatuagens cobrindo cicatrizes nos braços e um sotaque misturado de português e espanhol. “Mãe… pai?”, murmurou, voz rouca de emoção contida. Filomena desabou num abraço, sentindo o peito largo do filho agora homem: “Meu Rui! Tivemos um encontro acolhedor e repleto de risos… e agora, risos de novo!” Manuel, lágrimas silenciosas, apertou o ombro dele: “Cresceste sem nós, mas voltaste inteiro.” Carina irrompeu minutos depois, trazendo os sobrinhos-netos: “Irmão! Eles conhecem-te pelas histórias da avó.” Rui, olhos marejados, ajoelhou-se para abraçar as crianças: “Tio Rui… eu sonhava com isto.” O quarto encheu-se de risos nervosos – anedotas sobre a bike azul, piadas sobre “o miúdo que pedalava mais rápido que o vento” –, mas entrecortados por silêncios pesados. Rui contou fragmentos: levado por Dias para uma rede que o transportou para Espanha em 1998, abusado em cabarés até fugir em 2005 para França, vivendo nas ruas até Sevilha em 2015. “Mudei de nome para sobreviver, mas ouvia a mãe na TV. Temia voltar quebrado.”

A dor da Mãe de Rui Pedro - A dor da Mãe de Rui Pedro - «Não queria morrer  sem saber do meu filho» | VIP.pt

A família, unida num casulo de amor tardio, planeja o regresso a Lousada: “Rui voltará para casa, para o quarto que guardámos intacto”, diz Filomena, radiante apesar das lágrimas. Manuel adiciona: “27 anos de vazio… agora, cheio de histórias para contar.” Carina, médica, assume o cuidado: “Ele precisa de terapia, mas o laço familiar cura o impossível.” A APCD explode em celebração – doações disparam 700%, com mensagens de “milagre” de todo o mundo. A PJ deteve Dias e dois cúmplices, prometendo desmantelar a rede: “Justiça plena, sem impunidade.”

Portugal acorda em êxtase misturado a dor. Em Lousada, fogos iluminam a praça da bicicleta abandonada; murais com “Bem-vindo Rui” florescem. A TVI transmite o abraço em loop, audiências recorde. Especialistas como a psicóloga Dra. Ana Ribeiro comentam: “Reencontro após trauma prolongado é renascimento – mas com cicatrizes profundas.” Rui, agora sob proteção, sonha em pedalar de novo: “Quero mostrar aos sobrinhos como se faz uma volta rápida.” Filomena conclui, abraçando o filho: “Tivemos um encontro acolhedor e repleto de risos… e então ele voltou. Deus devolveu-me o meu Rui.” E então ele… riu, pela primeira vez em 27 anos, curando uma nação com um som simples e eterno.

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